Um rapaz chegou num velório e a primeira coisa que perguntou foi:
– Qual é a senha do Wi-Fi?
Um parente incomodado disse:
– Respeite o falecido!
E ele perguntou:
– É tudo junto?
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O humor negro trata com ligeireza aquilo que normalmente se trata com gravidade — a morte, a doença, a desgraça. Não é humor para todos os momentos nem para todas as companhias, e é precisamente essa tensão que o define: rir do que não devíamos.
Historicamente tem sido descrito como um mecanismo de defesa, uma forma de tornar suportável aquilo sobre que não temos controlo. As anedotas desta secção são as mais suaves do género e nenhuma tem por alvo pessoas ou grupos concretos — a graça está na situação absurda, não na crueldade.
22 anedotas nesta categoria.
Um rapaz chegou num velório e a primeira coisa que perguntou foi:
– Qual é a senha do Wi-Fi?
Um parente incomodado disse:
– Respeite o falecido!
E ele perguntou:
– É tudo junto?
O cara encontra um amigo que está com um grande sorriso na cara:
- Então, Zé? Você está contente por quê?
- Pois então, você sabe que eu vivo ali ao lado da linha do trem. Ontem à noite ia eu sozinho para casa quando reparei numa garota amarrada aos trilhos, como nos filmes.
- Ah, você tá brincando! - exclamou o amigo.
- Nada, é sério. Eu fui lá e soltei-a e levei-a para minha casa. Bom, resumindo, faturei a mulher! Fizemos amor a noite toda: cachorrinho, papai e mamãe, umas vezes por cima, outras por baixo! Foi demais!
- Seu sortudo! E aí, vocês não fizeram sexo oral?
- Não, não encontrei a cabeça dela.
- Mamãe, eu quero parar de andar em círculos! - Cala a boca, senão eu prego seu outro pé no chão!
A mãe ralhava com o garoto: - Juquinha, tira o dedo do nariz! Dois minutos depois: - Juquinha, tira o dedo do nariz do seu avô! Logo depois: - Juquinha, se você não tirar o dedo do nariz do seu avô, eu fecho o caixão e tiro você do velório!
Um homem um pouco apressado pergunta a um pescador: - Por acaso o senhor não teria visto passar por aqui a minha mulher? O pescador pergunta: - A sua esposa é uma moça loura, que vestia blusa branca e saia verde? - Isso mesmo, se você a viu ela não deve estar longe! - Também acho! A corrente do rio hoje está fraca!
Uma jovem tem um acidente de automóvel e fica cega de ambos os olhos.
Certo dia a mãe chega a casa e diz: - Minha filha, tenho uma cura para a tua doença. Tens que espetar cada olho 8 vezes com uma agulha muito fina. - Mas isso deve doer muito, mãe. - Mas é para teu bem. Toma a agulha. A jovem espeta uma vez, espeta duas e gritava de dor, dizendo que não aguentava mais, mas a mãe encorajava-a a continuar. No fim de espetar 4 vezes cada olho, a rapariga diz: - Mãe, estou cheia de dores. Acho que não consigo continuar. - Claro que consegues. Só já falta uma vez. Coragem. A rapariga lá faz o último esforço e no final, cheia de dores, com os olhos inchados e cobertos de sangue, diz em desespero: - Mãe, fiz tudo o que mandás-te e continuo sem vêr! - Enganei-te, hoje é o 1º de Abril! 1º de Abril!
- Abandonar o navio -- berrou o capitão, apavorado enquanto o navio se afundava. -- Mulheres e crianças primeiro! Um senhor, com lágrimas nos olhos e que tinha mulher e seis filhos dentro do navio, aproxima-se e diz: - Como o senhor é humanitário, corajoso, destemido! - Se os tubarões estiverem de barriga cheia, não vão querer saber da gente, meu senhor!
- Mamã, acabou-se a mayonnaise! - Vai ao quarto do avô e espreme outro furúnculo.
O miúdo: - Oh mãe! O pai está-se a queimar! A mãe: - Cala-te e vai lá virá-lo!
Oh mãe!!! Dá-me uma bicicleta!! Oh mãe!!! Dá-me uma bicicleta!! Oh mãe!!! Dá-me uma bicicleta!! - Bolas, além de paraplégico, ainda é chato!
- Oh mãe, tou farto de brincar com o avô..... - Então volta a guardar os ossos na caixa....
Um cachopo para a mãe - Oh mãe, mãe, aquele embrulho azul é para mim? - Não filho, o embrulhinho azul é para o papá! - Então o embrulho verde é que é para mim? - Não, o embrulho verde é para a mamã! - Então mamã, é o embrulho vermelho que é para mim, não é? - Não, o embrulho vermelho é para a mana! - Oh mãezita, então este ano pelo Natal eu não tenho presente? - Então mas olha lá, tu com um tumor na cabeça ainda te convences que chegas ao Natal?
- Mamã, quero bolachinhas! - Agora não. - Mas mamã, eu queria mesmo bolachinhas... - Está bem, o pacote está em cima do móvel. - Mas mamã, eu não tenho bracinhos. - Não tem bracinhos, não come bolachinhas!!!
Um grupo de sádicos decide matar uma avozinha. Juntam-se todos no topo de uma montanha e atiram a velhota. Desataram-se todos a rir, mas, lá no fundo encontram uma criança a chorar. Vão ao seu encontro e dizem: - Porque é que estás a chorar? Ainda agora atiramos a tua avó pela montanha abaixo! - E eu não vi! - Responde a criança.
- Oh mãe ainda falta muito para chegar ao Brasil? - Cala-te e continua a nadar....
- Como é que se mete um bebé numa trituradora? - Os pés primeiro. - Porquê? - Para se poder ver as caras que ele faz.
- Mamã, mamã... o Joãozinho comeu um cogumelo venenoso!! - O que é que eu tenho a ver com isso?? Deixa-me ler o meu livro!! - Mamã, mamã. o Joãozinho caiu no rio e está a afogar-se!!! - E daí?? Ele ia morrer daquele cogumelo venenoso...
- Papá, porque é que já estás a fazer a árvore de Natal se ainda só estamos em Junho? - Então o menino julga que com essa leucemia chega a Dezembro?!
Dois bósnios estão numa trincheira, durante um bombardeamento: - Olha, eu tenho que cagar! - Ó pá, mas aqui na trincheira não, que eu não quero morrer na mer*da! - Ok, pá, vou sair! - Mas depois volta, que eu não quero morrer sozinho! - Tá bem, tá bem... Passam-se 2 horas e o outro não volta. Finalmente... - Então, pá, estava a ver que não voltavas! - Epá, encontrei uma gaja muita boa, toda nua! - E então? Fodeste-a toda? - Toda, pá! Foi espectacular! - E lambeste-a toda? - Ó pá, montes de vezes! - E ela fez-te um granda broche? - Ah, isso não, não encontrei a cabeça.
Estava uma senhora a conversar com uma criança magra e esfarrapada que brincava à beira da estrada. - Pobre criança. Que faz o teu pai? - O meu pai? Bebe! - Bem me parecia. E a tua mãe? - Também bebe! - Lamentável! Tens irmãos? - Só um... Os outros morreram todos quando eram pequeninos... - Pois, não me admira! E o que faz esse teu irmão? - O meu irmão está na faculdade de medicina. - Na Faculdade de medicina!?!? Mas isso é formidável! O que é que ele lá faz? - Está num frasco de álcool.